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Noticias  &  Actualidades

 

 

11-03-2010

Alegada agressão na "via pública e no posto da GNR"

CASAL DE CASTEDO APRESENTA QUEIXA CONTRA GNR

 

As vítimas não querem ser identificadas, por medo de represáliasUm casal de Castedo do Douro alega ter sido agredido por três militares da GNR de Alijó junto às bombas da GALP desta vila e, depois, nas instalações do quartel. Márcia Martins, de 33 anos e Manuel Costa, de 42 anos, apresentaram, na semana passada, uma queixa contra os militares no Tribunal de Alijó.

 

Tudo aconteceu a 21 de Fevereiro, pelas 16 horas, conforme contou Márcia Martins. “Saí do trabalho, ia na rotunda e passei pelo carro da GNR. Um pouco mais à frente parei ao lado da Loja do Chinês. Quando ia a sair do carro, a GNR parou ao meu lado. Pediram os meus documentos e os da viatura. Entreguei a documentação e os agentes disseram que quando tinha passado por eles, eu estava a falar ao telemóvel, o que neguei de imediato”. Quando começaram a passar a multa, “desabafei e referi que ainda não  tinham ganho o dia e vieram ganhá-lo comigo”. “A GNR queria que eu colocasse uma cruz no «sim» no documento da multa, eu argumentei que não concordava e tudo se complicou.

Como recusei e reagi verbalmente ao pagamento, deitaram-me as mãos à gola do casaco e agarraram-me à força. Pretendiam colocar-me dentro do carro, entretanto surgiu outro militar da GNR, à paisana, que estava nas bombas de gasolina. Colocaram o dedo no meu nariz e as mãos nas pernas, os outros dois militares nos braços, com violência, mandaram-me contra a porta do carro e enfiaram-me dentro do carro da GNR. O meu marido que chegou na altura e, ao ver isto, perguntou o que se passava. O militar da GNR, à civil, agarrou-o pelos braços, levou-o para a traseira do carro patrulha e mandou-o de costas contra a traseira da viatura”.

 

Manuel Costa, já no quartel, referiu que iria apresentar queixa contra o militar, à civil. O agente não terá gostado e terá agredido Manuel Costa com um pontapé no peito e mais dois murros, sendo ainda enviado com força contra o guichet das instalações. “Partiu-me três costelas, estou de baixa à 12 dias e vou ter de continuar, porque não posso trabalhar”. A esposa contou ainda que foi colocada numa outra sala agarrada com violência por um braço e pelas golas do casaco. “Mandaram-me ficar quietinha, mas acabei por desmaiar. Deram-me um copo de água, um comprimido, chamaram ambulância e fui para o hospital de Alijó”. Nesta unidade de saúde entrou também Manuel Costa. Márcia Martins referiu também que “um dos militares insistiu para assinar um documento onde constava que o motivo da sua detenção era por distúrbios na via pública, em estado de alcoolemia”. “Perguntei o que era aquilo e ele insistiu para eu assinar, eu disse que não assinava, pois nem sequer bebo álcool, ele agarrou no papel e rasgou.

 

O comandante da GNR de Alijó foi contactado, mas não quis comentar o caso, alegando que está em Tribunal e que o inquérito em curso irá apurar toda a verdade.

 

 VER NOTÍCIA NO "CORREIO DA MANHÃ"

IN JMcardoso, "A Voz de Trás-os-Montes" 11/03/2010 

 

 

 

 

 

11-03-2010

Novo regulamento municipal de taxas

OPOSIÇÃO VOTA CONTRA AUMENTO DE TAXAS PROPOSTO PELO EXECUTIVO

 

Os Vereadores do PSD votaram contra o novo Regulamento de Taxas Municipais proposto pelo Presidente da Câmara na última reunião de Câmara, realizada esta Segunda-feira.


O novo Regulamento serve para a actual maioria socialista aplicar um forte aumento das taxas municipais, contribuindo para tornar mais difícil a vida dos munícipes, obrigando-os ainda a maiores sacrifícios.


A verdade, indiscutível, é que a generalidade das taxas agora propostas representa um enorme aumento comparativamente com as taxas que estão ainda em vigor, na ordem dos 300% e mais em alguns casos.
Entre alguns dos principais aumentos, estão as taxas relacionadas com as Feiras, a ocupação do Mercado Municipal, operações urbanísticas, designadamente licenças de obras de edificação, utilização das Piscinas Municipais e do Auditório Municipal, cemitérios, entre outras.


Na sua declaração de voto, os Vereadores salientam a degradação da situação sócio-económica de muitas famílias e empresas que exige a maior atenção nas opções de governação local. Por isso, em tempo de crise, não se compreende este aumento generalizado de taxas municipais.


Ainda por cima, a actual maioria socialista na recente campanha eleitoral, prometeu a descida das taxas municipais. E escassos meses após as eleições, vem já propor um grande aumento dessas mesmas taxas, o que é “escandaloso”.
O Projecto de Regulamento de Taxas foi assim aprovado apenas com os votos favoráveis dos eleitos socialistas.
 

Abre-se agora um período de 30 dias, para apreciação pública do Projecto de Regulamento.


O Projecto de Regulamento e a tabela de taxas, estão disponíveis em http://www.cm-alijo.pt/avisos

 

consulte aqui o valor proposto para as novas taxas

 

VEREAÇÃO DO PSD ALIJÓ
Miguel Rodrigues
Goreti Cachide
Álvaro Heleno

 

 

 

 

 

 

04-03-2010

Mais uma distinção para António Cabral, que parece "esquecido" pelas Instituições do  seu concelho

Vila Real cria prémio literário António Cabral

 

Natural de Castedo do Douro, o escritor, professor e animador sociocultural viveu grande parte da sua vida na capital de distrito, marcando a história do concelho, não só pelo legado literário, mas também por ter sido um dos fundadores e o primeiro presidente do Centro Cultural Regional. Três anos depois da sua morte, António Cabral vai ser relembrado anualmente com a atribuição de um prémio literário em sua homenagem.

Depois de aprovado por “unanimidade e aclamação” na última reunião da Assembleia Municipal de Vila Real, no dia 26, a autarquia deverá agora aprovar a criação do Prémio Literário António Cabral, cuja primeira edição vai realizar-se já este ano. A iniciativa partiu da bancada do Partido Social Democrata (PSD) como forma de homenagem “a uma figura que muito contribuiu para a divulgação da nossa cultura e que marcou com especial relevância a literatura portuguesa”, e foi ‘aplaudida’ pelos vários grupos parlamentares.

 

Segundo José Costa Pereira, deputado social-democrata que apresentou a moção, a criação do prémio tem ainda como objectivo “estimular novas produções literárias” no concelho. O regulamento do Prémio António Cabral será assim estabelecido pelos serviços de cultura da Câmara Municipal de Vila Real, que irá decidir sobre os estilos que estarão a concurso, o público-alvo, o júri e valor do prémio a atribuir.

 

António Joaquim Magalhães Cabral nasceu em Castedo do Douro, concelho de Alijó, em Abril de 1931, e faleceu em 2007”, tendo vivido grande parte da sua vida em Vila Real. “Foi professor, animador sociocultural, delegado regional do Fundo de Apoio a Organismos Juvenis do INATEL, fundador e primeiro presidente da direcção do Centro Cultural Regional de Vila Real (CCRVR) e um dos destacados representantes da literatura nordestina, sendo uma das referências no domínio das artes e das letras em Portugal contemporâneo”, defendeu o deputado do PSD. No domínio das letras e das artes, além da publicação de dezenas de obras (desde a poesia à ficção, passando pelos ensaios e por livros sobre etnografia, antropologia e ludoteoria), e da colaboração em diversas revistas e jornais nacionais e internacionais, “fundou, em Vila Real, a revista Setentrião (1962) e Tellus, de que foi o primeiro director (1978), e o mensário Nordeste Cultural (1980)”, tendo ainda promovido, através do Centro Cultural Regional, cinco encontros de escritores e jornalistas de Trás-os-Montes e Alto Douro.

 

Agraciado com as medalhas de prata de mérito municipal de Alijó (1985) e Vila Real (1990), o autor foi ainda um dos seleccionados para integrar as “Maletas Literárias”, um projecto de cooperação transfronteiriça que fez circular duzentos livros portugueses.

IN Maria Meireles, "A Voz de Trás-os-Montes" 04/03/2010

 

 

 

 

 

 

11-02-2010

Raízes do carnaval brasileiro

TV GLOBO REALIZOU REPORTAGEM COM ZÉS PEREIRAS DE CASTEDO  

 

 

 

 

Uma equipa de reportagem da TV GLOBO, esteve  Domingo (07/02/10), no Castedo, onde realizaram uma uma reportagem com os Zés Pereiras de Castedo no âmbito do Carnaval. O grupo Castedense convidou os Zés Pereiras de Sanfins do Douro, para participarem neste trabalho jornalístico. Os grupos efectuaram uma arruada pelas ruas da freguesia, ao que se seguiu uma actuação dos dois grupos, no recinto da Capela de St.ª Marinha, com as fantásticas paisagens como pano de fundo. No final a Junta de Freguesia ofereceu, aos dois Grupos e à equipa de Reportagem, um lanche convívio.

A TV GLOBO é uma rede de televisão brasileira, e é a maior cadeia de televisão da América Latina e a quarta maior do mundo, vista diariamente por 120 milhões de pessoas.  

 

VER REPORTAGEM DA GLOBO

 

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09-02-2010

Comunidade Intermunicipal do Douro vai investir nos 19 concelhos que integra

DOURO RECEBE INVESTIMENTO DE 119 MILHÕES

 

A Comunidade Intermunicipal do Douro vai investir cerca de 119 milhões de euros nos 19 concelhos que integra, até 2013. Incidem, essencialmente, na área da educação, zonas empresariais, acessos, redes de água e modernização tecnológica.

Os primeiros contratos de financiamento de candidaturas municipais, com uma comparticipação comunitária no valor de 5,9 milhões de euros, foram assinados ontem, no Museu do Douro, no Peso da Régua. Referem-se à construção e requalificação de áreas de acolhimento empresarial de Torre de Moncorvo e Santa Marta de Penaguião, e à requalificação e beneficiação da rede viária municipal de Armamar, Freixo de Espada à Cinta, Lamego, Mesão Frio, Penedono, Peso da Régua, Sabrosa, Tabuaço, Torre de Moncorvo e Vila Real.

Aqueles projectos fazem parte de um Programa Territorial de Desenvolvimento do Douro que vai culminar em 2013, tendo já garantido "uma taxa de aprovação global de 36%", segundo o presidente da Comunidade Intermunicipal do Douro, Artur Cascarejo. Mostra-se satisfeito com os resultados conseguidos até ao momento, pois "está concretizada a prioridade da estratégia" daquele organismo: ter, pelo menos, um novo centro escolar em cada um dos 19 concelhos.

A seguir, vão abrir concursos para as outras vertentes do investimento, até perfazer o montante global de 119 milhões de euros contratualizados com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento do Norte. Porém, Artur Cascarejo admite que até 2013 possa vir a ser "negociado um reforço de verbas para garantir outros investimentos".

Requalificação de estrada

Entretanto, a Estrutura de Missão do Douro está a avançar com o projecto da requalificação da EN222, entre Resende a Vila Nova de Foz Côa, de modo a convertê-la numa via romântica do Douro, com especial vocação turística. A proposta final do estudo foi apresentada na sexta-feira à comissão de acompanhamento do projecto.

A requalificação daquela estrada, que em boa parte do trajecto é marginal ao rio Douro, vai ter cinco portas de entrada: Caldas de Arêgos; a zona da chamada "Rotunda Lamego/Régua"; lugar das Bateiras, perto do Pinhão; S. João da Pesqueira; e Vila Nova de Foz Côa. "Para cada uma dessas portas prevemos várias intervenções que ainda estão a ser analisadas", disse Ricardo Magalhães, chefe da Missão do Douro.

Em cima da mesa está também uma proposta que prevê a criação de uma ciclovia ao longo da EN 222, entre a Régua e o Pinhão, e outra para a repavimentação, correcção do traçado e melhoria da segurança na estrada entre Bateiras e S. João da Pesqueira. Ricardo Magalhães não arrisca prazos para a concretização dos projectos na sua globalidade, mas garante que "estarão concretizados até 2013", quando acaba o actual Quadro de Referência Estratégico Nacional.

 

IN Eduardo Pinto, "Jornal de Notícias" 08/02/10

 

 

 

 

 

 

16-01-2010

Presidente da Junta garante que o acesso ao caminho é livre

JUNTA DE COTAS NEGA ACUSAÇÕES

 

"Nada disto é verdade. O apeadeiro a que o caminho dá acesso está desactivado há mais de oito anos e não há nada que impeça a passagem por ali." Foi desta forma que Estela Teixeira, presidente da Junta de Cotas, Alijó, reagiu às acusações de que vários caminhos da freguesia tinham sido vedados devido à construção de um hotel.

A presidente admite que cerca de três quilómetros do caminho foram mudados da sua rota, mas garante que tal não causa transtorno. "As pessoas já se habituaram, mas, de qualquer forma, estamos já a pensar em algumas soluções que melhorem o percurso", explicou Estela Teixeira.


 

 

IN A.I.F., "Correio da Manhã" 16/01/10

 

http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=F116053D-35E2-4D24-8832-B164764A9959&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010

 

 

 

 

 

 

14-01-2010

Caminho de acesso à estação está vedado

Habitantes de Cotas revoltados com caso que se arrasta há seis anos 

 

"Isto é vergonhoso”

 

A população da localidade de Cotas, em Alijó, está revoltada com a Junta de Freguesia e com a Câmara Municipal. Em causa está o facto de desde há seis anos terem de percorrer 12 quilómetros para acederem à estação de comboios, na freguesia vizinha, porque diversos caminhos públicos foram vedados desde a criação de um hotel.

 

A ‘guerra’ começou quando a Quinta da Romaneira foi vendida a um grupo de investidores estrangeiros e, após ter sido transformada num hotel, todos os caminhos que passavam pelos terrenos da herdade, constituída por vários hectares, foram destruídos ou encerrados a cadeado. "Isto é lamentável e vergonhoso. Deixámos de poder apanhar o comboio na estação da nossa freguesia porque cortaram o caminho. Agora, a estação mais próxima é na freguesia ao lado", contou ao CM Norberto Loureiro, porta--voz dos habitantes da aldeia de Cotas. "Andamos nisto há seis anos. A Junta empurra para a Câmara e vice-versa. Todos nos viram as costas", prossegue.

"Já tentámos falar com os responsáveis do hotel, mas eles mostram uma atitude muito arrogante, apesar de terem a noção do mal que nos estão a fazer. Há pessoas que não têm possibilidade de andar doze quilómetros", acrescenta. Norberto aponta mesmo o dedo aos proprietários da quinta. "Eles apropriaram-se indevidamente de caminhos públicos", atira. O CM tentou falar com a presidente da Junta de Cotas, Estela Teixeira, e com o presidente da Câmara de Alijó, José Cascarejo, mas nenhum esteve disponível.

 

 

 

IN Nelson Rodrigues, "Correio da Manhã" 14/01/10

 

http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=EC309295-071D-4F5E-8DD4-BDE7816E1CA2&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010

 

 

 

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